O primeiro mês é conhecido como Nissan, mês que relembramos a saída do povo do Egito (pessach/páscoa), em Nissan nos libertamos de nosso Egito, parte de nossa alma experimenta o mesmo gozo da saída do Egito, consegue se desamarrar de escravaturas "quase” eternas. É como um nascer, sair do Útero, do carregar pedra para os outros e começar a fazer sua verdadeira função, ser você mesmo - o caminho para a revelação do individuo. 

Entre Rosh Hashana e Yom Kippur existem dias que servem como “portais” de transformação de nossa realidade. São 10 dias. E o numero 10 nos remete a realidade da vida física e espiritual, é a união do oculto e visível. O manifesto e imanifesto. 10 são os mandamentos, 10 são as sefirot, 10 são os dedos do criador. 

5 Festas, que trazem o contato e construção da consciência messiânica, o trabalho de colocarmos a mente sobre a matéria, através da capacidade de receber mais luz pelo receptor. São 5 canais de luz. São estes 5 níveis, que são os 5 dedos de D'us, 5 livros de Moises. 

É bom conectar-se com estes alimentos nestas noites.

MAÇA: Mergulhamos uma fatia de maçã doce no mel, recitamos a bênção da fruta (Borê Peri Haêts) e falamos: "Yehi ratson milefanêcha shetechedêsh alênu shaná tová umetucá".

"Possa ser Tua vontade renovar para nós um ano bom e doce .

No dia de Rosh Hashana ou até durante a semana devemos fazer o Tashlich. 

O que é? 

É uma prece que é recitada junto a um rio, lago ou mar, local onde possamos encontrar peixes. Visa limpar os nossos pecados e despertar os pensamentos de arrependimento. 

Na beira da água podemos fazer uma oração especifica, sacudindo nossos bolsos (ou as franjas do tsitsit), colocando na água tudo que temos nos bolsos. 

Simbolizando nossos pecados, nossos erros e desvios.