Para a Kabbalah Julgar é um ato que possui uma energia de contração, energia da esquerda, vinda de Guevurah.

Mas quem não julga? Todos nós julgamos a nós mesmos e aos outros o tempo todo. Nossos olhos se voltam para qualquer imagem e estão sempre julgando, separando se aquilo é bom ou ruim, se é bonito ou feio.  Estamos sempre olhando para o de fora, avaliando e comparando, sempre percebendo que os outros estão nos julgando.

Muito se fala da última grande guerra, dos conflitos que a humanidade irá passar...mas não se engane, já estamos dentro dela! Uma guerra com sinais e armas muito diferente daquilo que você está acostumado a entender.

No nosso dia-dia nos deparamos com diferentes situações, situações que nos provocam transformações. 

Estas são as formas de ação que devemos ter ou daquela parar para pensar,

É hora de viver um momento de silêncio, para que revelações aconteçam.
Revelar uma ação, num mundo em que as pessoas só pensam em conseguir dinheiro e mais dinheiro, vantagens e mais vantagens, é estarmos alimentando apenas nossa alma animal (nefesh) e deixando um rombo em nós, nosso CORAÇÃO, clama por amor.

O amor é tudo, o amor é o TODO. É o que faz estarmos aqui ... o Amor de D'us.

No desejo de contemplar seu rosto, Dê-nos uma resposta, criar seu contraparte - o universo, e dentro deste colocar partes de si mesmo.

Qual será a nossa tarefa senão achar estas partes?

Esta é uma busca da Cabala ... o que chamamos de TIKUN. Eu não faço o que encontrei do amor.

 

Nossos sábios ensinam que o lar de cada judeu é como um "pequeno Santuário", um local de morada da Presença Divina; Uma mesa de refeições é comparada ao altar do Templo Sagrado. O maior cuidado deve ser feito para que apenas o que é um acordo com uma lei judaica fossa ofertado sobre o altar do Templo. Da mente maneira, devemos cuidar para que apenas o correto trazido à nossa mesa - o altar em miniatura.

Não somente a chalá ou em Shabat, mas cada vez que comemos pão, mergulhamos a primeira fatia 3 vezes no sal.

A razão para este costume é que nossa mesa é comparada ao Altar do Templo Sagrado (Bet Hamicdash). Da mesma forma que no Altar era colocado sal em todas as oferendas (corbanot), assim também colocamos o pão no sal antes de comer.

Alef - א é o convite para adentrarmos o mundo mais real, o silêncio, o sagrado, o mundo de cima, alef, é a primeira letra, nos conecta com a Unidade, o criador. Ela é um H! E carrega qualquer vogal! Alef é a calmaria, a parada, para contemplar o sagrado! Só assim podemos adentrar uma outra dimensão. Só assim podemos receber ! Kabbalah!

O universo lúdico é a porta da espiritualidade e onde será que encontramos o ponto de separação entre estes dois mundos? E haveria separação?

Então, onde está o ponto ou a porta onde possamos passar de um lado para o outro?

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