Kabbalah e Crise de Identidade

Quem eu sou? 

 

Talvez tivéssemos que ter esta pergunta nos perseguindo a vida toda! 

 

Talvez tivéssemos que correr atrás dela...mas esquecemos dela... e mesmo que corresse-mos atrás dela não saberíamos identifica-la. 

 

Saber quem se é, depende de muitos fatores, mas aquele que não se percebe cria uma lacuna perigosa. 

 

A identidade vai além de uma carteira cqqom foto e números, vai além da profissão que exercemos, mas começa no Nome, que é tão significativo dentro da cabala. 

 

Quem percebe a existência? Quem estuda, aproxima-se Dele, ora, escreve poemas para Ele? Quem percebe a natureza? O bem e o ma? o indivíduo. 

 

E somente este Eu, pode perceber tudo na sua volta.

 

O eu e a identidade se vestem de uma consciência! Uma luz interna que ilumina a si mesmo. 

 

Quem sou? 

 

No estudo do Zohar a divindade é descoberta através de duas perguntas Mi e que Ma ( quem e o que), quem traz a noção de energia, Alma, essência, o que a noção de corpo.  Quem, nos define. 

 

Quando construímos uma identidade construímos desejos, por isto o Nome é tão fundamental, pois nele encontramos o desejo da Alma. Quando o povo hebreu entrou e saiu do Egito, permaneceram com os seus nomes, com a sua identidade, por isto o capítulo carrega o título de Shemot (nomes) .

 

A identidade carrega o desejo, a vontade, a base, a ideia de pertencer a algum lugar. 

 

A palavra Shemot / Shem - nomes/nome carrega a palavra Moshe - Moises,  Shema (ouve) como um convite para ouvir-se. Do código Mem, heh, Shil (machashia) o código que nos traz a cura, pois ele nos traz à memória de quem eu sou.

 

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